sábado, 19 de maio de 2018

Beth Carvalho - Série Minha História (1997)

Beth Carvalho - Série Minha História
Gravadora: Polygram / CD Remasterizado em digital
Ano: 1997

Faixas:
01 Saigon
02 Sonhando Eu Sou Feliz
03 Vestida de Samba
04 Meu Guri
05 Rosa Vermelha
06 Além Da Razão
07 Minha Mágoa
08 Tive Sim / Pranto de Poeta / Music Incidental: Exaltação a Mangueira
09 Não Me Faz de Ioiô
10 Sorriso de Criança
11 Saudades Da Guanabara
12 A Sete Chaves
13 Meu Samba Diz
14 Último Desejo.

Biografia de Beth Carvalho
Elizabeth Santos Leal de Carvalho, mais conhecida como Beth Carvalho (Rio de Janeiro, 5 de maio de 1946), é uma cantora e compositora brasileira de samba. Desde que começou a fazer sucesso, na década de 1970, Beth se tornou uma das maiores intérpretes do gênero, ajudando a revelar nomes como Luiz Carlos da Vila, Jorge Aragão, Zeca Pagodinho, Almir Guineto, o grupo Fundo de Quintal e Arlindo Cruz, e Bezerra da Silva.

Beth é filha de João Francisco Leal de Carvalho e Maria Nair Santos Leal de Carvalho. Tem uma única irmã, chamada Vânia Santos Leal de Carvalho. Decidiu seguir a carreira artística após ganhar um violão da mãe. Aos oito anos, ouvia emocionada as canções de Sílvio Caldas, Elizeth Cardoso e Aracy de Almeida, grandes amigos de seu pai, que era advogado. Sua avó, Ressú, tocava bandolim e violão. Sua mãe tocava piano clássico. Sua irmã Vânia cantava e gravou discos de samba.

Beth fez balé por toda infância e na adolescência estudou violão, numa escola de música. Seguindo essa área, se tornou professora de música e passou a dar aulas em escolas locais. Morou em vários bairros do Rio e seu pai a levava com regularidade aos ensaios das escolas e rodas de samba, onde ela dançava em apresentações. Nas festas e reuniões musicais com seus amigos, na anos 60, surgia a cantora Beth Carvalho, influenciada por tudo isso e pela Bossa Nova, gênero que ela passou a gostar, escrevendo letras e cantando.

Roberto Ribeiro ‎– Raízes do Samba (1998)

Roberto Ribeiro ‎– Raízes Do Samba
Gravadora: EMI ‎– 326 522174-2
Series: Raízes Do Samba
Formato: CD, Compilação
Ano:1998.

Faixas:
01-Acreditar
02-Resto de Esperança
03-Tempo E
04-Todo Menino É Um Rei
05-Meu Drama
06-Estrela de Madureira
07-Amor de Verdade
08-Vazio
09-Ingenuidade
10-Amar Como Eu Te Amei
11-Só Chora Quem Ama
12-Propagas
13-Festa de Reis
14-O Quitandeiro
15-Amei Demais
16-Isso Não São Horas
17-Liberdade
18-Só Pra Chatear
19-Triste Desventura
20-Desalento.

Biografia de Roberto Ribeiro
Dermeval Miranda Maciel, mais conhecido como Roberto Ribeiro (Campos dos Goytacazes, 20 de julho de 1940 — Rio de Janeiro, 8 de janeiro de 1996) foi um cantor e puxador de samba-enredo brasileiro. Sambista do Império Serrano, Roberto Ribeiro construiu uma respeitável carreira de intérprete e compositor desde a segunda metade da década de 1960. De voz bem timbrada e enxuto fraseado, seu repertório incluíam sambas de todos os tipos, como afoxés, ijexás, maracatus e outros ritmos africanos. Tem mais de 20 discos gravados, com sucessos populares como as canções "Acreditar", "Estrela de Madureira", "Todo Menino É um Rei", "Vazio", "Malandros Maneiros", "Fala Brasil" e "Amor de Verdade".

Filho de Antônio Ribeiro de Miranda (um jardineiro) e Júlia Maciel Miranda, Roberto, apesar de não ter nascido no Rio de Janeiro, era um carioca típico, apaixonado por futebol e samba. Aos nove anos de idade, trabalhava como entregador de leite. Naquele tempo, já frequentava a Escola de Samba Amigos da Farra, da cidade de Campos dos Goytacazes, e participava das festas do tradição "Boi Pintadinho".

Ele foi jogador de futebol profissional em sua cidade natal. Depois de passagens por equipes amadoras (Cruzeiro e Rio Branco), ele se tornou goleiro do Goytacaz Futebol Clube. Era conhecido pelo apelido de "Pneu". Em 1965, Roberto mudou-se para a cidade do Rio de Janeiro em busca de um lugar em um clube grande carioca.

Chegou a treinar no Fluminense, mas acabou desistindo da carreira e começou a trabalhar com música, a se apresentar no programa "A Hora do Trabalhador", da Rádio Mauá, do Rio de Janeiro. Sua performance chamou a atenção da compositora Liette de Souza (que viria a ser sua esposa), irmã do compositor Jorge Lucas. Ela resolveu apresentá-lo aos sambistas da Império Serrano e Roberto passou a frequentar as rodas de samba da tradicional escola de Madureira. A diretoria da Império convidou-o para ser o puxador de samba-enredo da escola no Carnaval de 1971.

Samba Flash - O Melhor de Todos os Tempos

Esta é uma compilação de sambas de um passado não tão distante, que traz o Selo Série Pop Brasil, incluindo 'Sambadá", "Katariana", "Beco Sem Saída", "Samba do Malandro", dentre outras. Muito balanço e ginga do nosso autêntico samba, que anda tão esquecido e não é valorizado pela geração de hoje, que pena!...

Faixas:
01 - Samba Flash, Muleke Travesso - Sabadá 
02 - Samba Flash, Encanto - Katarina
03 - Samba Flash, Mi Menor - Vestido de Prata
04 - Samba Flash, Mi Menor - Beco Sem Saida
05 - Samba Flash, Cachasamba - Não Adianta
06 - Samba Flash - Roda de Samba
07 - Samba Flash, Muleke Travesso - O Tocador Quer Beber
08 - Samba Flash, Novo Horizonte - Segura a Nega
09 - Samba Flash - Amor dos Outros
10 - Samba Flash, Sedução - Divinhad'alho
11 - Samba Flash, Pé de Moleque - Tereza
12 - Samba Flash, Luizinho SP - Falador Passa Mal
13 - Samba Flash, Pé de Moleque - Samba de Malandro
14 - Samba Flash, Pé de Moleque - Noves Fora.

sexta-feira, 18 de maio de 2018

Marinês - 20 Super Sucessos (1998)

Coletânea – Marinês – 20 Super sucessos
Polydisc
01-Tudo É Bom e Nada Presta
02-É No Balanço do Mar
03-Janaína
04-Caçador de Tatu
05-Matuto
06-Sete Punhá
07-Ladeira do Penar
08-Vê Se Vê
09-Sanfoneiro Pé-de-Serra
10-Teu Amor É Uma Chama
11-Aproveita, Pessoá
12-Romaria
13-Tema de Amor
14-Ora! Viva São João
15-O Sininho do Amor
16-Cantiga de Viola
17-Amor É Mais Amor
18-Fartura No Nordeste
19-Tara Ra Rá
20-Tema do Juízo Final.

Confira toda a "Biografia & Dados Artísticos" de Marinês, a Rainha do Xaxado, clicando neste link da nossa primeira postagem do dia 18 de março de 2018:
https://carbonomusical2.blogspot.com.br/2018/03/marines-aquarela-nordestina-1959.html

quarta-feira, 16 de maio de 2018

As 18+ da Jovem Guarda em Forró (2012)

O blog "Respiro Forró", que até 02 de novembro de 2013 esteve em atividades (não sei qual o motivo de ter parado!), porque prestava um grande serviço voluntário ao nosso forró nordestino, lançou várias dessas séries de bandas tocando e cantando as músicas da Jovem Guarda e MPB em ritmo de forró. Aqui repostamos "As 18+ da Jovem Guarda em Forró / Respiro Forró - Vol.01 (2012)". "Forrozim" bom de se ouvir e dançar de verdade!. Confira as músicas abaixo:

01 - Ritmo da Chuva (Demétrius) - Por Chá de Hortelã
02 - Porque Brigamos (Diana) - Por Forró da Brucelose
03 - Escrito nas Estrelas (Tetê Espindola) - Por Anjo Bom
04 - Não Há Dinheiro Que Pague (Roberto Carlos) - Por Mastruz com Leite
05 - O Mais Importante é o Verdadeiro Amor (Márcio Greyck) - Baby Som
06 - Querer e Perder (José Augusto) - Por Banda Cascavel
07 - Foi Assim (Wanderlea) - Por Capital do Sol
08 - Alguém na Multidão (Golden Boys); Coração de Papel (Sérgio Reis); O Pão (Reginaldo Rossi) - Por Banda Feijão com Arroz
09 - Por Causa de Você (The Fevers) - Por Expresso do Forró
10 - Memórias (Leonardo Sullivan) - Por Sheilamy
11 - Lagrimas nos Olhos (José Roberto) - Por Banda Apache
12 - Feche Os Olhos (All My Loving) (Renato e Seus Blue Caps) - Por Banda Feitiço da Lua
13 - Não Devo Mais Ficar; Não Consigo Viver Sem Você; Se Você Me Quiser (The Fevers) - Por Banda Leão do Norte
14 - Ainda Queima a Esperança (Diana) - Por Bonde do Forró
15 - Foi Tudo Culpa do Amor (Diana) - Por Capim com Mel
16 - Mar de Rosas (The Fevers) - Por Banda Styllus
17 - Quando Chegar o Amanhã (Leonardo Sullivan) - Por Kaca Kabaco
18 - Filme Triste (Trio Esperança) - Por Muléstia
19 - Terremoto de Prazer - Bônus Topadão
20 - Penso, Logo Enlouqueço (Me Mata) - Bônus Topadão.

Alceu Valença - 20 Grandes Sucessos (2006)


Biografia & Dados Artísticos
Alceu Valença (Cantor. Compositor)
Alceu Paiva Valença
1/7/1946 São Bento do Una, PE


Cresceu ouvindo músicas de Dalva de Oliveira, Orlando Silva, Sílvio Caldas e outros. Aos quatro anos de idade, participou de um concurso de interpretação infantil, cantando sobre uma cadeira, devido a sua pequena estatura, uma música de Capiba. Com a doença de sua mãe, mudou-se com os irmãos para a casa de uma tia. Aos nove anos, começou a se interessar pela viola de "Seu Epaminondas", censor do grupo escolar onde estudava. Em meados dos anos 1950, a família mudou-se para a capital pernambucana. Aos 15 anos ganhou seu primeiro violão. Com temperamento rebelde, foi expulso de diversos colégios. Formou-se pela Faculdade de Direito do Recife, em 1970.

Iniciou a carreira artística em 1968, apresentando-se no show "Erosão: a cor e o som", com a banda Underground Tamarineira Village, que depois transformou-se na Ave Sangria. O cantor e compositor Zé Ramalho tocou em sua banda e a cantora Elba Ramalho participou do coro nas gravações de seus primeiros discos. Em 1969, foi para os Estados Unidos, através de um convênio, estudar um mês na Universidade de Harvard. Durante essa estadia, apresentou-se em praças e escolas, tocando músicas regionais. Nesse período, redescobriu seu elo com as raízes nordestinas. Em 1970, voltou para o Brasil e casou-se com Eneida, que conhecera na faculdade. Participou do III Festival Universitário de Música Popular Brasileira com "Manhã de clorofila", que tirou o segundo lugar. Inconformado com a decisão do júri, devolveu o troféu. No Rio de Janeiro, deu continuidade à sua carreira artística. Encontrou-se com o também nordestino Geraldo Azevedo, com quem formou uma parceria. Com ele compôs diversas músicas de sucessos, entre as quais, "Caravana", "Talismã" e "Táxi lunar", esta última contando ainda com Zé Ramalho. Participou do V Festival Internacional da Canção com as músicas "Fiat Luz baby", "Erosão" e "Desafio Linda". Tomou parte também do IV Festival Universitário da Música Brasileira, em agosto de 1971, no Teatro João Caetano, no Rio de Janeiro, com as composições "Água clara", "78 rotações" e "Planetário", todas em parceria com Geraldo Azevedo e que fizeram parte do primeiro disco da dupla, lançado no ano seguinte.

segunda-feira, 14 de maio de 2018

Moraes Moreira - 20 Super Sucessos (1999)


Biografia & Dados Artísticos
Moraes Moreira (Cantor. Compositor) 
Antônio Carlos Moreira Pires
8/7/1947 Ituaçu, BA 

Seu primeiro instrumento foi a sanfona. Logo depois, passou a tocar violão e guitarra. Em 1966, transferiu-se para a cidade de Salvador e foi morar em uma pensão, onde conheceu Paulinho Boca de Cantor e Luis Galvão, com os quais formaria mais tarde o grupo Os Novos Baianos. Por essa época trabalhava como bancário. Em 1968, juntamente com Paulinho Boca de Cantor, Luis Galvão, Pepeu Gomes e Baby Consuelo (hoje Baby do Brasil), formou o grupo Os Novos Baianos, que fez sua estréia com o show "Desembarque dos bichos depois do dilúvio", em Salvador. No ano seguinte, participou, com o conjunto, do V Festival da Música Popular Brasileira da TV Record de São Paulo, com sua composição "De Vera" (c/ Galvão). A canção foi registrada no primeiro LP do grupo, lançado nesse mesmo ano, ao lado de outras da mesma dupla de parceiros como "É ferro na boneca" e "A casca de banana que pisei". 

Em 1970, Baby Consuelo lançou um compacto simples, pela RGE, contendo outra música de sua autoria, "Curto de véu e grinalda" (c/ Galvão). Ainda no início dos anos 1970, transferiu-se com os outros integrantes do conjunto Os Novos Baianos para o Rio de Janeiro, vivendo inicialmente em um apartamento em Botafogo e, mais tarde, em um sítio em Vargem Grande. 

Em 1972, o grupo incorporou o baixista carioca Dadi e os percussionistas Jorginho Gomes, Baixinho e Luis Bolacha. Redirecionado musicalmente pela influência de João Gilberto, amigo de infância de Luis Galvão, o conjunto gravou, pela Som Livre, o LP "Acabou Chorare", contendo, entre outras, canções de sua parceria com Galvão, como a faixa título, "Mistério do planeta", "A menina dança", "Um bilhete pra Didi", "Tinindo trincando" e "Preta, Pretinha", esta última vindo a se tornar um dos maiores sucessos do grupo, que também ficaria conhecido pela releitura de "Brasil pandeiro" (Assis Valente), incluída nesse mesmo LP.
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