PLAYLISTS DE MÚSICAS DO SOM13

sábado, 12 de janeiro de 2019

Barnabé (José, o caipira) - O Jeito Simples de Fazer Rir (02 Volumes)

Barnabé - O Jeito Simples de Fazer Rir - Nº 1
01) Piadas e Anedotas
02) O Zinho e o Zão
03) Verso de Rodeio e Piadas
04) Pedacinho Dela
05) Verso de Rodeio e Piadas
06) Manuela
07) Verso de Rodeio e Piadas
08) O Jogador na Igreja.



Barnabé - O Jeito Simples de Fazer Rir - Nº 2
01-Verso de Rodeio e Piadas
02-Rotina da Roça - Moda da Viola
03-O Chorão - Poema
04-Debaixo da Ponte - Sambanejo
05-Bloco De Piadas
06-Fogão De Lenha - Poema
07-Bloco De Piadas
08-A Flor Do Maracujá - Poema
09-A Cobra Azul - Poema.

BARNABÉ DE HOJE...
"Pai pedro começou a contar causos piadas cantar modinhas, em 1926 no bairro das corujas na região de botelhos MG meu irmão João começou em 1950 em Ribeirão do pinhal PR Sou o Jose o caipira Barnabé, comecei minha carreira artística em 1970, em Ribeirão do pinhal PR e desde então venho fazendo shows por todo o Brasil contando meus causos caipiras, piadas, modinhas e poemas".
Interesses: SHOWS caipirabarnabe@gmail.com contato 35 984045509


Biografia & Dados Artísticos do atual Barnabé (José, o 'Caipira Barnabé')

Nascido em Ribeirão do Pinhal/PR, em 09 de dezembro de 1949, Barnabé tem o dom de fazer rir. Ele é quieto e sério, porém quando está diante do seu público, surge uma força que o transforma num caipira típico brasileiro: observador, debochado, alegre e cheio de sabedoria interiorana. 
O nome é uma herança do irmão mais velho: Barnabé-1, que gravou quatro LPs (1965/66/67/68). Infelizmente sua carreira foi curta, pois faleceu durante a produção do último disco. Então, Barnabé-2 resolveu dar seqüência à vida do personagem adotando a mesma linha caipira com música e piadas. A partir de agora, ele responde a algumas perguntas sobre sua história e trajetória. 

Como surgiu o personagem Barnabé? 
Bom, meu irmão cantava, tocava violão e contava piadas. O forte dele eram as piadas. Um dia ele criou um personagem chamado Nhô Fugêncio e saiu da cidade onde a gente morava pra viajar com um parque de diversões. Nessas andanças, ele conheceu a dupla Tonico & Tinoco que o levou pra São Paulo. Foi lá que surgiu o nome Barnabé. Não sei dizer se foi uma sugestão do Tonico ou um apelido que deram pra ele. Só sei que na época era apelido pra funcionário público (os barnabés). Mas não era o caso dele. O importante é que em 1958 - quando isso aconteceu - não existia esse nome no mercado de humoristas e o nome pegou. 

Por que você quis continuar a carreira dele? 
Eu era muito influenciado por meu irmão. Quando ele faleceu eu estava no Paraná. Também gostava de contar piadas, compor e cantar algumas músicas. Depois de um ano sem ele, senti muita saudade e vontade de dar continuidade ao personagem. Então, no final de 1968, fui para São Paulo. Fiz um trabalho e mandei para a gravadora Continental. Eles me contrataram em 1970, ano em que lancei meu primeiro disco "Show de Graça Barnabé II" (gravado no Clube Internacional de Franca - SP). Foi um sucesso e acabei gravando dez discos pela Continental (1970-1990). A cada dois anos eu lançava um disco.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

Barnabé - Show de Graça (04 LPs)

🔺Barnabé - Show de Graça Vol.1
Rótulo: Continental - PPL - 107.405.283
Formato: Vinil, LP, Álbum 
País:Brasil
Liberado:1965
Gênero: Não Musical
Estilo:Comédia

🔺Barnabé - Show de Graça Vol.2
Rótulo: Continental - PPL -  1.07.405.093
Formato: Vinil, LP, Álbum 
País: Brasil
Liberado:1966
Gênero: Não Musical
Estilo:Comédia

🔺Barnabé - Show de Graça Vol. 3
Rótulo: Continental - PPL -  1.07.405.094
Formato: Vinil, LP, Álbum 
País: Brasil
Liberado:1967
Gênero:Não musical
Estilo:Comédia

🔺Barnabé - Show de Graça Vol. 4
Rótulo: Continental - PPL - 12.385
Formato: Vinil, LP, Álbum 
País: Brasil 
Liberado:1968 
Gênero:Não musical 
Estilo:Comédia

Biografia & Dados Artísticos
Barnabé
João Ferreira de Melo (Cantor. Compositor. Humorista)
8/12/1932 Botelhos, MG
13/9/1968 São Paulo, SP

Nascido em Minas Gerais, foi criado no Paraná, onde trabalhou na lavoura e como operário na construção de estradas.


Adotou o nome de Nhô Peroba e passou a se apresentar em circos e cinemas tocando violão e contando piadas, quando ainda adolescente. Foi para São Paulo, por intermédio da dupla Tonico e Tinoco, e passou a frequentar o rádio. Apresentou-se nos anos 50 nos programas "Na beira da tuia" e "Peru que fala". Em 1965, já com o nome de Barnabé, gravou seu primeiro disco pela Continental. Nesse disco, misturou piadas e músicas caipiras tais como: "Sanfona da véia", de Brinquinho e Brioso, "Casamento do Barnabé", de Barnabé e Capitão Furtado, e uma paródia de "O calhambeque", sucesso de Roberto Carlos naquela época. A paródia recebeu o nome de "O esculhambeque". Barnabé gravou outros três LPs. A partir de 1970, depois da sua morte, seu nome artístico foi adotado pelo irmão mais novo, José Ferreira de Melo. O segundo Barnabé gravou mais oito LPs pela Continental, mantendo o estilo do primeiro Barnabé. Em 1971, gravou "O casamento do Barnabé", composição feita em parceria com o Capitão Furtado. Nos anos 90, apresentou-se em shows em circos e rodeios.

Discografia
(1968) Barnabé • Continental • LP
(1967) Barnabé • Continental • LP
(1966) Barnabé • Continental • LP
(1965) Barnabé • Continental • LP

FONTE DA PESQUISA: http://dicionariompb.com.br/barnabe/biografia

domingo, 6 de janeiro de 2019

Tim Maia - Millenium (1998) - A Festa do Santo Reis (Homenagem ao 'Dia de Reis' - 06/1)

Tim Maia - Millennium - 20 Músicas Do Século XX
Rótulo: Poligrama - 538 221-2
Series: Milênio (4)
Formato: CD , Compilação
País: Brasil
Liberado: 1998
Gênero: Latina , Funk / Soul
Estilo: Bossanova , MPB.


Neste CD da Série Millenium - 20 Músicas Do Século XX, o cantor-compositor Tim Maia presta uma homenagem ao 'Dia de Reis' com a música "A Festa do Santo Reis", que tanto sucesso fez no Brasil de norte a sul. Neste CD também foram gravados os maiores sucessos de Tim Maia.

Biografia & Dados Artísticos
Tim Maia (Cantor. Compositor)
Sebastião Rodrigues Maia
28/9/1942 Rio de Janeiro, RJ
15/3/1998 Niterói, RJ

Iniciou sua carreira artística aos 14 anos de idade, integrando, como baterista, o grupo Os Tijucanos do Ritmo, com o qual atuou durante um ano. Em seguida, começou a estudar violão e formou, em 1957, com Roberto e Erasmo Carlos, o grupo Os Sputniks. 

Em 1959, viajou para os Estados Unidos, onde permaneceu durante quatro anos. Estudou inglês e integrou, como vocalista, o conjunto The Ideals. 

Em 1968, gravou seu primeiro disco, um compacto simples contendo suas composições "Meu país" e "Sentimento".

No ano seguinte, destacou-se no cenário artístico com a gravação de "These are the songs", lançada em compacto simples que registrou também a canção "What you want to bet", ambas de sua autoria.

Em 1970, foi convidado para gravar, em dueto com Elis Regina, a faixa "These are the songs", registrada pela cantora no LP "Em pleno verão". Ainda nesse ano, lançou seu primeiro LP "Tim Maia" (Polydor), com destaque para sua composição "Azul da cor do mar", além de "Coroné Antonio Bento" (Luis Wanderley e João do Vale) e "Primavera" (Cassiano). O disco esteve durante 24 semanas nas paradas de sucesso cariocas.

Homenagem ao 'Dia de Reisado' com o artista cearense Panticola Brincando de Reisado(CD)

O CD “Panticola Brincando de Reisado” traz músicas de reisados gravadas na voz do artista cearense Panticola, grande defensor da cultura popular. O CD é composto de doze composições, sendo dez de domínio público e duas de Lifanco. O Projeto contou com o apoio da Secretaria da Cultura do Estado do Ceará e da Sociedade Artística e Cultural Engenho Velho.

01 Aos Mestres (Lifanco)
02 Boi da Cara Preta (D.P.)
03 Repartindo o Boi (D.P.)
04 A Burrinha Zabilinha (D.P.)
05 Baião dos Caretas (D.P.)
06 Pai Tomé (D.P.)
07 Canto de Entrada (D.P.)
08 Mana Vamos a Praia – INSTRUMENTAL (D.P.)
09 Burrinha Faceira (Lifanco)
10 Música do Guriabar (D.P.)
11 Canto de Entrada – INSTRUMENTAL (D.P.)
12 Mana Vamos a Praia (D.P.)
FONTE DA PESQUISA: http://www.forroemvinil.com/cd-panticola-brincando-de-reisado/

O Reisado
É uma dança popular profano-religiosa, de origem portuguesa, com que se festeja a véspera e o Dia de Reis. No período de 24 de dezembro a 6 de janeiro, um grupo formado por músicos, cantores e dançarinos vão de porta em porta anunciando em comemoração ao nascimento de Jesus e em honra ao Reis Magos, estendendo-se até fevereiro, para a prática ritual do enterro do boi ou divino e fazendo louvações aos donos das casas por onde passam e dançam. Reisado também é muito conhecido como Folia de Reis, e cavalo marinho, sofrendo algumas alterações conforme o lugar onde é apresentado. O Reisado é de origem portuguesa e instalou-se em Sergipe no período colonial. Atualmente, é dançado em qualquer época do ano. O Reisado se compõe de várias partes e tem diversos personagens como o rei, o mestre, contramestre, figuras e moleques. Os instrumentos que acompanham o grupo são violão, sanfona, ganzá, zabumba, triângulo e pandeiro. Durante a brincadeira, pessoas de destaque são envolvidas no diálogo, aliás sátira, humor e picardia são elementos próprios do Reisado. A figura do "Boi Janeiro" surge no meio da brincadeira, provocando delírio na platéia pois, que ele entra na roda, consegue trazer consigo toda a magia, todo um movimento de fascínio e fantasia.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2019

A Melhor Música Dos Anos 60 (10 LP's)

Álbum: A Melhor Música dos Anos 60 - LP 10 - 10
Ano/Gravadora: (1988) Seleções Do Reader's Digest – P 85 001 PP 1/10
Coletânea de 10 LP’s Seleções do Reader’s Digest
Artista(s) Participantes: Vários
Artista(s) do Álbum: Vários
Acervo: Fadistão
Formato: Vinyl - 320 kbps

Resenha da Coleção "
A Melhor Música Dos Anos 60" 
 de 10 LP’s Seleções do Reader’s Digest 
A década de 1960 constituiu-se em um período de grandes mudanças, tanto no Brasil quanto no mundo. Inúmeras transformações foram promovidas nas estruturas produtiva e social, nos comportamentos políticos e nas manifestações culturais. Um período de fato revolucionário.

Pois agora, o Baú de Long Playing traz de volta uma parcela bastante representativa do que foi sucesso na música popular internacional dessa década. É a coleção “A melhor música dos anos 60”, mais uma bem cuidada produção da revista “Seleções do Reader’s Digest”, lançada em 1988, e que só foi comercializada por mala direta em Portugal. Quer dizer, a Borges & Damasceno, que então vendia os produtos de “Seleções” entre nós, nem sequer se lembrou de trazer esse álbum para o Brasil. O BLP já havia apresentado a coleção em postagens individuais, e agora a traz de volta completa. Por certo, uma repostagem muito solicitada por aqueles que prestigiam este blog, dada a qualidade do repertório e dos intérpretes, com masters cedidos por gravadoras diversas, a exemplo das compilações produzidas e lançadas pela Som Livre no Brasil, além de reavivar as lembranças de quem ouviu essas músicas todas pela primeira vez, e jamais as esqueceu. E quanta coisa boa eles selecionaram aqui...

Dentro da tradição de unir quantidade e qualidade, como era praxe nas coleções de discos editadas pela “Reader’s Digest” a nível mundial, este vasto e expressivo retrospecto dos anos 60 compõe-se de dez LPs, cada um correspondendo a um ano da década e com 12 faixas (no total, 120), um primor em matéria de organização, convenhamos. O primeiro disco traz os hits de 1960, com destaque para “Oh Carol” (Neil Sedaka), “Apache” (The Shadows, coverizada no Brasil pelos Jordans e pelos Jet Blacks), “Theme from a summer place” (do filme “Amores clandestinos”, na famosa gravação da orquestra do maestro canadense Percy Faith), “Marina” (rumba composta e interpretada pelo ítalo-belga Rocco Granatta) e “Three steps to heaven” (Eddie Cochran). “Personality”, sucesso originalmente com Lloyd Price, é aqui interpretada por Sacha Distel. Completando o programa, performances de Shirley Bassey (“As long as he needs me”), Johnny Hallyday (“Souvenirs, souvenirs”), do luxemburguês Camillo Felgen (“Sag warum”) , Adam Faith (“Poor me”), Cliff Richard (“I love you”) e da imortal Edith Piaf (“Non je ne regrette rien”). Alguns desses intérpretes também estão nos volumes seguintes.

sábado, 29 de dezembro de 2018

A Festa do Réveillon - Coletânea (3 CDs)

Réveillon - Músicas de Ano Novo
Vários artistas


Trilhas:
01-Feliz, Feliz Ano Novo - Rapsódias / 02-Pout-Pourri 1: Bandeira Branca - Cidade maravilhosa - A Jardineira - Saca-Rolha - Nós os carecas / 03-Pout-Pourri 2: Me dá um dinheiro aí - Índio quer apito - Allah La Ô - Bota a camisinha / 04-Pout-Pourri 3: Mamãe eu quero - Mulata iê iê iê - Cabeleira do Zézé - Quem sabe, sabe  / 05-Pout-Pourri 4:Ta-Hí - Marcha da cueca - Cachaça / 06-Pout-Pourri 5: Pó de Mico - Vai com Jeito - Chiquita Bacana / 07- Allah La Ô / 08-Ta-Hí / 09-Cidade Maravilhosa / 10-Cabeleira do Zézé / 11-A Jardineira / 12-Cachaça / 13-Mamãe Eu Quero /14-Bandeira Branca / 15-Marcha da cueca / 16-Me dá um dinheiro aí / 17-Bota a camisinha / 18-Saca-Rolha / 19-Mulata iê iê iê / 20-Nós os carecas / 21- Índio quer apito / 22-Quem sabe, sabe

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Réveillon  - O Disco Festa (LP) 
Ano: 1979
Gravadora: CID
Categoria: Marchinhas de Carnaval

Trilhas:
Lado A:
01- Está Chegando a Hora / Cidade Maravilhosa - Ta-Hi (Pr'a Você Gostar de Mim..) / Saca Rolha / Me Dá Um Dinheiro Ai / Índio Quer Apito /  02- Dancin' Days - Não Existe Pecado Ao Sul do Equador / 03- O Teu Cabelo Não Nega / Marcha do Remador (Se a Canoa Não Virar) / Aurora / Mamãe Eu Quero / Jardineira / 04- Vou Festejar / Marcando Bobeira
Lado B:
01- Boi da Cara Preta / 02- Piada de Salão / Pó de Mico / Vai com Jeito / Tomara que Chova / Chiquita Bacana / 03- Pernambuco o Leão do Norte / 04- No Reino da Mãe do Ouro / 05- Marcha do Cordão do Bola Preta / Daqui Não Saio / Cebeleira do Zé Zé / Mulata Yê Yê Yê / Allah-La-Ô.

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Réveillon 87/88 - (Vinil Completo - 1987)
Lp: Réveillon 87/88
Ano: 1987
Gravadora: Songs / CBS
Categoria: Músicas para Réveillon


Trilhas:
Lado A:
1- Festa do Estica e Puxa / Lágrimas de Crocodilo / Joga Fora / Um Pro Outro / Meu Mel / O Reino das Palavras / O tititi do Saputi / Bum Bum Paticumbum Prugurundum / O Que eu Faço Amanhã / Conga / Bwana / Kátia Flávia, A Godiva de Irajá / Manequim / "P" da Vida / Sexo / La Bamba / Ob-La-Di, Ob-La-Da / Shake You Down - Cry Wolf / Sledgehammer - 0:22
Lado B:
1- Sintonia / Transas / Blá Blá Blá, Eu Te Amo / Vida / Nem Um Toque / Flores em Você / Grito de Guerra / Bad Boy / O Melhor de Tua Vida / Pega Rapaz / Leve Desespero / Amanhã é 23 / Vida Bandida / Feito Nós / Eu Sou Negão / Sem Limites Para Sonhar / Coming Around Again / O Amanhã / La Isla Bonita / Retratos e Canções - 19:37

A FESTA DO RÉVEILLON
O Réveillon é a comemoração da passagem de ano do dia 31 de dezembro para o dia 01 de janeiro do ano seguinte. A palavra veio do francês e significa “despertar” ou “retomar”, em referência à nova etapa de uma vida que se inicia. Curiosamente, o termo era anteriormente empregado para nomear a noite da ceia de Natal e só posteriormente passou a designar a virada do ano.

Origem do Réveillon

A festa de Ano Novo já é uma tradição no Brasil e em boa parte do mundo, assumindo, em muitos casos, um caráter religioso cristão. No entanto, a origem do Réveillon é muito anterior ao cristianismo, sendo geralmente atribuída à Mesopotâmia, em 2000 a.C., em uma comemoração a algo como o “Festival de Ano Novo”. Persas, fenícios, assírios e gregos, desde tempos remotos, também realizavam as suas celebrações de passagem de ano.

Mas é claro que cada cultura e cada região comemora a sua passagem à sua maneira e em datas específicas. Os chineses, por exemplo, marcam o seu ano novo ao final de janeiro ou no início de fevereiro, enquanto os judeus comemoram no que é, para nós, final de setembro ou início de outubro. Já para os muçulmanos a passagem de ano é celebrada no mês de maio.
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