CARBONO MUSICAL 2: Banda do Corpo de Fuzileiros Navais
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quarta-feira, 28 de março de 2018

Banda do Corpo de Fuzileiros Navais - (1958)

Artista(s): Banda do Corpo de Fuzileiros Navais - Marchas Militares
Maestro: Osvaldo Passos Cabral
Gravadora: Fonográfica Brasileira S.A. / Long Play Rádio - 0068-GV
Formato: MP3 - kBit/s: 256 - Áudio: Ótimo

Lado A
A01. Salve Fuzileiros - (Osvaldo Passos Cabral)
A02. Velhos Camaradas - (C. Teike)
A03. Bandeira Americana - (Souza)
A04. Sambre Et Meuse - (Ranski)
A05. Quand Madelon - (C. Allier / C. Robert)

Lado B
B01. Cisne Branco (Canção do Marinheiro) - (Antônio Manoel do Espírito Santo / Benedito Xavier de Macedo)
B02. Batista de Mello - (Manoel Alves)
B03. Barão do Rio Branco - (Francisco Braga)
B04. Na Vanguarda - (João de Camargo / Luis Cândido da Silveira)
B05. Alvorada - (Osvaldo Passos Cabral)

1) Fonte de pesquisa: Instituto Memória Musical Brasileira (http://www.memoriamusical.com.br/)
2) Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Selo Lado A e Selo Lado B do Long Playing  

Banda do Corpo de Fuzileiros Navais
Composta por 120 militares, é considerada uma das maiores bandas marciais do mundo. Sua origem remonta a 1808, quando da chegada da Família Real Portuguesa ao Rio de Janeiro. Por ocasião do desembarque da Corte, a Brigada Real da Marinha, origem do Corpo de Fuzileiros Navais, realizou um aplaudido espetáculo musical. Entre seus regentes estão nomes como os de Francisco Braga, autor do "Hino à bandeira", Eleazar de Carvalho, Florentino Dias e Osvaldo Cabral. As primeiras gravações da banda ocorreram em 1926, quando gravou, pela Odeon, uma série de seis discos, contando com os hinos "Hino Nacional Brasileiro", de Francisco Manoel da Silva e Osório Duque Estrada; "La Marseillese", de R. de Lisle, e "A portuguesa", de A. Keil, além dos dobrados "Quatro dias de viagem", de autor desconhecido; e "Alexandre Veloso" e "As mãos", de A. R. de Jesus. Em 1929, a Banda lançou, pela Victor, nova gravação do "Hino Nacional Brasileiro", e registrou a "Marcha dos guerreiros", de A. R. de Jesus. Em 1931, a Banda gravou mais três discos, interpretando o cateretê "Sertanejo apaixonado", de Juvêncio Junior; o maxixe "Oh! Meu São João", de A. R. de Jesus; a "Marcha das trincheiras", de A. R. de Jesus; os dobrados "Adeus calafate", de J. Nascimento, e "Satanás", de Francisco Braga, e a marcha "Os navais em marcha", de J. Nascimento.

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